sexta-feira, 27 de agosto de 2010

•buttheyaren'tgone•

"E se você me vir na beira do abismo mais alto, não me peça pra ficar, porque eu vou pular. E eu não quero te encontrar lá embaixo, quero te pegar pelo braço e te puxar em queda livre. Eu não fui feita pra quebrar. Fiz parte de muitas histórias e cada uma delas me deixou um pedaço pra carregar. Meu corpo foi confeccionado de pequenas partes de inúmeros tipos diferentes de materiais, mas, com certeza, nenhum deles é o vidro. E se nisso tudo houver um acidente, que seja grave. E que machuque, arranhe, deixe cicatriz... porque não sentir nada é a definição de frustração." (Andressa Schrank)


É por ai, eu não posso te dar todas as coordenadas sobre o que eu sou, eu só posso no máximo te dizer como eu me sinto. Eu tenho muito o que falar , mas eu falo justamente o que não é necessário, as coisas que precisam ser ditas eu não sei dizer. Eu digo muitas vezes que eu não faço sentido, isso quando eu estou nas minhas crises existenciais, mas eu não acho de verdade isso, eu acho que eu faço algum sentido, eu só não sei verdadeiramente qual. Eu tenho entre dez e vinte anos e eu aprendi algumas coisas que só me levam a crer que eu preciso de intensidade, riscos, picos de montanhas altas pra eu gritar de lá de cima, e por mais que minha mãe se assuste quando eu falo esse tipo de coisas é a realidade é o que me faz sentir viva. 
Eu vivo dizendo que eu não gosto de coisinha de mulherzinha... mas se alguém ainda não notou eu sou uma e das mais fúteis, se é coisa de mulherzinha se achar acima do peso, ser insegura, e afins, eu desenvolvi transtornos à cerca disso tudo, mas eu tive que ser muito não 'mulherzinha' pra superar boa parte disso, e eu nem sei porque eu estou contando isso. Eu sei é que eu adoro esse surtos de racionalismo, percebe, me desperta um subto e até duentiu amor por mim mesma e é lembrar de coisas assim que me faz eu resistir ao meu lado negativo nos meus surtos de sentimentalismo.

#desculpaoserrosortográficos

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